
O sexo e o erotismo são o pano de fundo das divertidas esquetes apresentadas durante este espetáculo criado e dirigido por Marco Fentanes.
Em Erótica, uma comédia gozada, teatro negro, dança, humor, música, mímica e, acredite se quiser, o próprio sexo, ganham esquetes divertidas que têm o erotismo como elo de ligação. Entre eles estão:
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O mágico sem talento e sua partner deliciosa que diverte a plateia com um strip tease insólito;
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Um número de burlesco com a Dança dos Leques;
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A luta de MMA que um desavisado juraria ser uma aula de Kamasutra;
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Jornal Erótico da TV;
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Um strip tease diferente onde o palhaço Aquele Mario tira tudo. Mas tudo mesmo;
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Um número musical com flautas;
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A apresentação de um medley sofisticado para as músicas mais erótico/cômicas da MPB.
Um dos esquetes presta homenagem a duas personalidades da cena paulistana: Claudia Wonder e Caio Fernando Abreu. O escritor ofereceu um belo texto para a transexual, ícone da cultura gay e pioneira na defesa dos direitos dos homossexuais e travestis, apresentar no espetáculo “Erótica -tudo pelo sensual”, apresentado no Teatro Mambembe em 1988, em São Paulo.
FICHA TÉCNICA
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Criação da Trilha Sonora: Tunica Teixeira
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Pesquisa musical: Eduardo Corelli
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Iluminação: Nicolas Manfredini
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Arranjos e direção musical das trilhas compostas: Marcelo Schimenez e Andre Perine
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Participação da Cia. Filarmônica nas gravações das trilhas criadas.
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Figurinos: Marco Fentanes
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Coreografia: Anie Welter
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Preparação vocal: Yolanda de Paulo
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Produção: Nicolas Mandredini
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Adereços: Pedro Fentanes
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Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco
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Fotografia: Julio Menezes
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Criação e direção: Marco Fentanes
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Agradecimentos: Angela Dippe, Marcos Botassi, Zambo Chacon, Sidei Caria, Wanderlei Piras, Oswaldo Gabrielli, Sergio Santos

